O que eu gosto sobre mim

Eu odeio minha avó

2020.10.28 00:47 lauraahuman Eu odeio minha avó

Desde que eu era criança, eu nasci em uma camada bastante privilegiada da sociedade e dentro de uma igreja,que, particularmente eu não me identifico, então basicamente a família sempre foi a coisa mais importante e valorizada pelo ambiente no qual eu cresci. Meus pais nasceram em cidades muito pequenas e vieram pra uma “cidade grande” tentar a vida, e se hoje eu tive uma educação de qualidade e uma vida extremamente confortável, eu devo tudo para eles, que sempre me ensinaram o valor da educação e que o dinheiro não nascia em árvore. Eu sou filha única e como o resto da minha família mora longe, nós sempre fomos só nós 3 e mais ninguém. Minha mãe nasceu em uma casa extremamente abusiva, a mãe dela batia e torturava psicologicamente os filhos em um nível que, minha mãe era uma criança com sobrepeso, e uma vez, minha avó a levou para comprar um sapato, um sapato branco não cabia no pé da minha mãe e a minha avó esmurrou tanto os pés da minha mãe que ficaram tão machucados que até hoje ela não usa sapatos brancos. Ela realmente faz questão de deixar claro que não se importa com os filhos, e sim com os irmãos dela, ela chegou a falar que os filhos estão ali apenas para servi-la. Quando meu tio era mais jovem, ele acabou engravidando uma moça e minha avó acabou por se responsabilizar pela menina e adivinhem? Ela trata essa neta como a mais especial do mundo, enquanto os filhos e o resto dos netos são tratados com desdém. Não me leve a mal, eu gosto muito dessa prima e ela é bastante esforçada e bastante gentil, mas minha avó é capaz de tirar algo de mim para favorecer ela. Como toda criança, eu queria uma avó que se apegasse à mim, e que fosse amável, como tantas avós que eu vejo na internet, mas ela nunca mostrou nenhum sentimento de afeto, nunca me deu um presente bom, sempre me dava uma roupa com a etiqueta escrito “15 reais” sendo que ela tem condições de me ter dado algo melhor. Você deve pensar que se ela age assim com os filhos, com os genros deve ser pior. Bem, parte disso é verdade. Meu pai é o favorito dela, ela sempre compra coisas que ele gosta de comer quando vamos visitá-la, e sempre diz que ele é como um filho pra ela, mas meu pai é o cara mais tranquilo que eu já conheci, e ele basicamente escuta tudo o que ela fala de ruim sobre todo mundo e apenas ignora e diz “Sim, verdade, poxa que pena”, mas com os outros genros não é assim: minha tia fugiu de casa para casar com um homem não muito legal, e quando a filha mais velha deles, com oito anos, morreu de leucemia, ela não fez questão de ir ao funeral, e ano passado, quando o marido dela morreu, ela nem ao menos fez uma ligação para consolá-la. Já com o meu tio, ela fez de tudo pra ele se divorciar de sua esposa, e mesmo depois de ter conseguido isso, ela ainda inferniza a vida da mulher que já está casada com outro filho. Além do mais, eu, tenho muitas opiniões políticas e religiosas que divergem com ela, digamos que ela basicamente acredita no facebook, e qualquer coisa que ela vê lá, ela toma como verdade, ela é facilmente influenciada por religiosos que se colocam como deuses. Ela nunca vinha nos visitar, ela veio uma vez no meu aniversário de 6 anos e foi embora no dia seguinte. Ela se propôs a cuidar da minha bisavó com alzheimer e maltratava ela, ignorava o que ela ouvia, gritava com ela, e colocava ela pra tomar banhos quentes no verão. Meus pais dizem que eu deveria aprender a conviver com ela, mas francamente, eu não vejo ela como alguém da minha família, não tenho carinho ou laços com ela, não sinto nada além de indiferença, e realmente ela sempre englobou TUDO o que eu odeio em uma pessoa: alienação, narcisismo, traços abusivos, seletividade e imparcialidade. E eu não vejo ela como minha avó, ela nunca se dispôs a cuidar de mim, e deixou minha mãe sozinha cuidando de mim enquanto meu pai ia trabalhar, e ela não vinha porque ela simplesmente NÃO QUERIA, não era falta de tempo nem de dinheiro, ela simplesmente nunca se importou. Meus pais querem chamar ela pra passar três dias em casa, e eu disse que não vou fazer questão de rebater as ideias mirabolantes que ela acredita, e que se ela nos desrespeitar, eu não vou tolerar, pois ela está dentro da nossa casa, a casa que a gente levou 1 ano e meio para construir, do jeito que a gente quis e que meus pais trabalharam tanto pra que ficasse a casa mais perfeita, e eu não quero ela aqui dentro pra ficar desdenhando do que meus pais batalharam pra conseguir, porque as pessoas que ela ama e protegem não podem ter.
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2020.10.27 17:29 cidopina Estou enojado com esse trecho do livro "A Classe média no espelho", do Jessé Souza. Não que eu não soubesse que isso acontecia, mas não imaginava que era tão "normalizado" assim.

Sérgio: o CEO de um banco explica como se compra o mundo

Sérgio não é um CEO qualquer. Muito inteligente, culto, leitor de psicanálise nas horas vagas – a mulher é psicóloga –, ele é dessas pessoas que têm prazer numa sinceridade desconcertante. Sérgio tinha plena consciência de quem era e do que fazia. Se no passado teve algum problema com isso, agora não deixava transparecer nenhum incômodo.

Desde a adolescência, ele era grande amigo de João Carlos. Filho de banqueiros, havia acumulado fortuna própria na década de 1990, durante o governo de FHC, administrando fundos de investimento estrangeiros que ganharam uma grana preta com as privatizações levadas a cabo no período. Segundo Sérgio, João Carlos começou como um hábil representante de bancos estrangeiros e abriu inúmeras portas de investimento para os parceiros por meio de suas relações nos meios financeiros paulistanos, bem como no poder político e no Poder Judiciário, tanto em Brasília como em São Paulo. Lucrou tanto se utilizando do dinheiro alheio que fundou o próprio banco.

Nessa época, Sérgio frequentava uma faculdade de Direito nos Estados Unidos. Depois passou um ano em Londres, estudando finanças e ciência política e, por indicação de amigos do pai, estagiando num escritório que lidava com o mercado financeiro. Morou também em Sevilha, na Espanha, onde descobriu sua área jurídica de predileção: o direito administrativo.

No início dos anos 2000, quando voltou ao Brasil depois de quatro anos de pós-graduação no exterior, com pouco mais de 30 anos, o amigo João Carlos já era um multimilionário por “esforço próprio” e apenas naquele ano tinha ganhado mais dinheiro do que o pai durante toda a vida. Como o negócio do banco – aliás, o de todos os bancos hoje em dia – dependia da intersecção entre mercado e Estado, João precisava de alguém de confiança para cuidar da parte jurídica, antes terceirizada em diversos escritórios. Sérgio recebeu então carta branca para montar sua equipe de trabalho. Hoje o departamento jurídico é o centro nervoso do banco, com tudo passando pelas mãos de Sérgio, e ocupa um andar inteiro de um prédio moderno, decorado com luxo e bom gosto.

Quando lhe perguntei qual era seu trabalho, Sérgio não titubeou.

O João é o gênio, sabe onde estão o dinheiro e as oportunidades, pensa nisso o tempo todo. Eu só faço comprar as pessoas necessárias para que as coisas aconteçam como ele quer. Não fui eu que inventei o mundo como ele é, só procuro sobreviver da melhor maneira possível. O mais importante no Direito é conhecer os meandros da linha cinzenta entre o legal e o ilegal. Meu trabalho é expandir ao máximo a margem da legalidade a serviço dos interesses do banco.

Como já existe toda uma legalidade paralela que cuida dos interesses do setor financeiro, meu trabalho é fazer com que o nosso banco fique com o melhor pedaço da torta. Nossa equipe tem mais de vinte advogados escolhidos a dedo e bem pagos. Mas eles fazem o ramerrão do trabalho jurídico. O dia a dia. Eu faço os contatos com juízes, políticos e jornalistas e cuido dos clientes estrangeiros. Com o serviço jurídico, no sentido tradicional, meu trabalho não tem nada a ver. É mais gestão de clientes, dar a eles o que querem, dizer o que querem ouvir, beber o que eles querem beber e ser discreto e sóbrio em tudo.

E o que eles querem?

Aqui em São Paulo o que move tudo é o dinheiro e todo mundo quer viver bem. As pessoas são compradas com dinheiro vivo e com depósitos em paraísos fiscais criados para isso. A gente sabe fazer bem feito. Sem deixar rastro. A cidade é toda comprada, não se iluda, toda licitação pública e todo negócio lucrativo, sem exceção, é repartido e negociado.

Todo mundo tem um preço. Até hoje não conheci quem não tivesse. E para todo negócio é necessário uma informação privilegiada aqui, um amigo no Banco Central ali, uma sentença comprada ali ou a influência de um ministro em Brasília acolá.

Além da compra direta, em dinheiro vivo ou depósito no exterior, a gente tem que paparicar constantemente os caras. Uma forma eficaz são os presentes constantes, sem a expectativa imediata de contrafavores. Isso gera simpatia. Às vezes você ganha até um “amigo”.

Todo mundo adora vinhos caros, e as mulheres desses caras adoram essas bolsas que custam 50, 60 mil reais. Se é alguém com conhecimentos técnicos, você pode promover seminários e palestras, e pagar muito além do que se paga nesse tipo de mercado. Para cada tipo de cliente e de gente existe um jeito mais conveniente de comprar sem parecer que está comprando.

Não fazemos isso em troca de um serviço concreto. Isso é muito importante. O que construímos é um círculo de amigos. Temos uma lista grande de pessoas que simplesmente presenteamos no aniversário e em diversas outras ocasiões, ano após ano. Presentes bons e caros. Não economizamos nisso. Aí, quando você precisa, pode contar com a boa vontade do cara. Isso é o que chamo de criar relações de confiança.

E o pagamento direto por serviços específicos?

Obviamente isso também existe. Aí pagamos em paraísos fiscais, por meio de transferências sucessivas entre dezenas de empresas de fachada, de tal modo que nem Sherlock Holmes consegue refazer o caminho original.

Hoje em dia existem meios ainda mais eficazes de eliminar os riscos, mas este é nosso pulo do gato, e não posso lhe contar. Mas não fica rastro, posso assegurar. Esta, afinal, é a nossa mercadoria: a segurança no investimento. E, sendo um banco, tudo fica mais fácil. Não é só no caso do nosso banco: todos os bancos, inclusive os maiores, fazem a mesma coisa.

A mina de ouro de qualquer banco comercial ou de investimento é o Banco Central. Ali só entra gente nossa. E o país é gerido a partir do Banco Central, que decide tudo de importante na economia. É lá que a zona cinzenta entre legalidade e ilegalidade define a vida de todos. Isso não aparece em nenhum jornal.

Podemos fazer qualquer tipo de especulação com o câmbio, como nos swaps cambiais, por exemplo. Se der errado, o Banco Central cobre o prejuízo. Não existe negócio melhor. Se der errado, o famoso Erário paga a conta. Quem controla toda a economia somos nós e a nosso favor, o Congresso nem apita sobre isso. Quando, muito eventualmente, decide sobre algo, apenas assina o que nós mandamos, essa é verdade que ninguém conhece porque não sai em nenhuma TV.

Claro que tudo é justificado como mecanismo de combate à inflação, e não para enriquecer os ricos. Para quem vê isso tudo funcionar a partir de dentro, como no meu caso, é até engraçado.

Essa é a estrutura legalizada pela opacidade do Banco Central e da dívida pública. Mas e os negócios ilegais mesmo?

Não existe negócio que não seja intermediado por um banco, seja legal ou ilegal. Essa história de operador e doleiro é coisa da Lava Jato e da imprensa para desviar a atenção da participação dos agentes financeiros. Os bancos são completamente blindados porque inventaram um meio infalível de distribuir dinheiro para quem já tem muito poder e dinheiro. Falam de todo mundo menos de nós, que comandamos tudo.

Para mim, aí é que está o poder real, o poder do dinheiro. Na verdade, são os bancos os operadores e os doleiros, e todo o dinheiro sai de bancos, seja dinheiro limpo – na realidade, sempre dinheiro que foi tornado limpo –, seja dinheiro sujo. A não ser que você fabrique dinheiro em casa.

Aliás, parte do lucro dos bancos vem de lavar dinheiro e intermediar transações. Mas o grosso da grana vem do Banco Central, das remunerações de sobras de caixa – que são ilegais, mas sobre as quais ninguém diz nada –, das operações de swap cambial, dos títulos da dívida – enfim, o Banco Central é nossa mãe. É tudo escancarado, mesmo com inflação zero e o país na ruína.

Nosso lucro é legal, ou seja, legalizado, já que somos intocáveis e ninguém se mete conosco. Boa parte dos juízes e ministros de tribunais superiores, como todo mundo no meio sabe, advogam por interposta pessoa, e nós somos os principais clientes de alguns e de quem paga melhor. São os bancos que pagam as eleições do Congresso quase inteiro. Aí você pode legalizar qualquer coisa, qualquer papel sujo que a gente mande ao Congresso os caras assinam. Nesse contexto, onde se pode tudo, as operações abertamente ilegais são uma parte menor dos lucros, mas obviamente existem.

Se ninguém imprime notas de dinheiro no quintal, é óbvio que todo o dinheiro, inclusive todo dinheiro sujo, vem dos bancos, que retiram parte do seu lucro real intermediando essas relações e lavando esse dinheiro. Os bancos controlam o que você vai fazer com o dinheiro e todo dinheiro pode ser rastreado.

Toda transferência bancária tem um chip e, se você quiser saber de onde o dinheiro vem, dá para saber. Inclusive nas transações internacionais. Se a transferência é em dólar, tudo passa por Nova York e recebe um número. Mas ninguém quer saber, essa é a verdade. Como os bancos mandam na imprensa, nos juízes e nos políticos, a intermediação de todo dinheiro ilegal jamais é denunciada. E se for denunciar, você é que acaba preso. Isso eu garanto.

Como funciona mandar dinheiro para propinas no exterior, por exemplo, para comprar gente em Angola, na companhia de petróleo?

Você liga para o presidente de um banco [e cita, testando minha reação, o nome do presidente de um grande banco] e pergunta qual a comissão dele para fazer remessa.

“Assim, na cara de pau?”, pergunto. “E como você acha que funciona?”, indaga Sérgio, rindo e se divertindo com minha surpresa.

Lembra daquelas malas do Geddel? Como você acha que aquele dinheiro chegou naquele apartamento? Dinheiro não dá em árvore. Quem tem a possibilidade de fazer o dinheiro circular de um lugar para outro são os bancos, mais ninguém.

Não há nenhum caso de corrupção em que o dinheiro não venha de um banco. Ou seja, os bancos são os intermediários, sempre. A imprensa nunca toca nisso porque é tabu. Afinal, a imprensa é nossa.

Como assim?

Vou lhe contar um caso. Assim que cheguei no banco, o João Carlos estava com problemas com um jornalista, metido a investigador, que publicava todo dia uma notinha chata sobre negócios nossos aqui em São Paulo. O João ofereceu milhões ao cara para apoiar projetos dele se aliviasse a pressão, mas o cara não aceitou. Foi um caso raro, pois era uma grana e tanto na época. O que fizemos? Compramos o jornal, um dos maiores do Brasil, e demitimos o fulano.

Agora decidimos o que sai ou não, pois somos os donos do jornal. Não precisamos pedir nada a ninguém. O jornal é literalmente nosso. Toda a imprensa hoje em dia é assim, de um modo ou de outro. Ou eles devem os olhos da cara aos bancos ou os bancos são os donos diretamente. Por isso não sai nada na imprensa contra os bancos. A imprensa é toda nossa: televisão, jornais, internet, o que você pensar.

E com os políticos e os juízes, como funciona?

Com os políticos você paga a eleição do cara e o que sobrar, se sobrar, porque toda eleição é mais cara do que se imagina de início, ele embolsa. Aí cobramos e montamos a agenda do cara. Ou então pagamos por serviço, como expliquei, normalmente uma parte em dinheiro vivo e outra em depósito sigiloso. Às vezes, num caso ou outro mais complicado, que precisa ser resolvido para os negócios andarem, você faz um depósito no exterior para vários ao mesmo tempo.

A coisa funciona do mesmo modo em Brasília e em São Paulo, e com todos os partidos políticos. Aquilo que aquele maluco da Odebrecht fez, ao criar um departamento de propina, todo banco tem, é como os negócios andam, não tem outro jeito. Mas a gente não deixa rastro como fizeram esses malucos. Ninguém é “santo” [referindo-se à suposta alcunha de Alckmin no livro da Odebrecht], pode acreditar.

E com o Poder Judiciário?

Com os juízes os presentes funcionam que é uma beleza. O cara termina incorporando ao salário – afinal, é a mania deles. A coisa que mais irrita um juiz é saber que um advogado ganha muito mais do que ele. Na verdade, quando o advogado é muito rico, pode ter certeza que também enfia a mão na merda. Como advogado, para enriquecer de verdade, você tem que saber comprar promotores e juízes, além de advogados de outras empresas, para que escolham o seu escritório quando houver necessidade. A Lava Jato está cheia disso. Cansei de ver um colega fodendo o outro para depois ficar com a conta da empresa. Talento muita gente tem, mas construir um círculo de poder e dinheiro e saber gerir isso, mesclando cuidado e ousadia, poucos sabem.

É por saberem disso que muitos juízes ficam putos com o dinheiro que os caras ganham. Sempre acham que merecem ganhar ainda mais do que os advogados mais bem pagos, porque os riscos maiores seriam deles, e não dos advogados. Mas a verdade, e todo mundo sabe, é que a maior punição que um juiz recebe é aposentadoria compulsória, e mesmo para chegar a isso tem que aprontar um monte e fazer muito mal feito.

E como vocês recompensam os juízes?

É um pouco diferente, porque os caras são muito vaidosos, alguns se acham intelectuais. Quando o cara é muito vaidoso, o melhor método é pagar uma palestra com 100, 200 ou 300 mil reais, e ainda faz o cara se convencer de que é por sua cultura jurídica. Ou fazemos seminários internacionais com grandes jornais e revistas comentando e fotografando – aí eles piram. Nesse meio, você tem que saber comprar a vaidade dos caras, fazer com que se sintam mais importantes do que são. Ou então compramos diretamente a sentença.

Você pergunta o preço da sentença e paga, assim, na cara de pau?

“Como você acha que funciona?”, retruca Sérgio, sempre se divertindo muito por estar dando aulas de sociologia prática da vida real.

Vou lhe contar um caso que vai fazer você entender como tudo funciona. O João queria abrir uma casa noturna em Florianópolis, só para se divertir. O diabo é que encasquetou de construir a boate num lugar que era área de proteção ambiental, o MP [Ministério Público] local encrencou e a história virou uma pendenga judicial. Aí tive que ir lá para acertar com o juiz. Quando deixei tudo combinado, o João mandou uma loura – que foi favorita dele durante um tempo e depois passou a trabalhar com a gente, dessas muito bonitas e de 1,80 de altura, como só tem no Sul – levar, numa bolsa grande dessas de marca, um milhão de reais, misturando reais e dólares.

A ordem do João foi mais ou menos assim: “Põe aquele vestido vermelho justinho da Armani que te dei, entrega a mala e faz o juiz feliz.” O fulano passou um fim de semana com a loura, ficou com o dinheiro e a mala, e o João construiu a boate bem onde queria. É assim que funciona com o Judiciário.

Mas não foi uma experiência agradável, vou confessar, já que a moça foi humilhada de um modo meio violento. Fomos ela e eu levar a mala com dinheiro vivo para o juiz. Começamos a discutir o modus operandi jurídico do caso com o juiz e mais dois auxiliares na própria sala do juiz, depois do expediente.

Betina, era assim que a moça se chamava, era estudante de Direito e de vez em quando arriscava um palpite sobre o caso. A certa altura, o juiz se irritou e disse que ela não era advogada, mas puta, e estava ali para outro serviço. Na mesma hora, botou o pau para fora, na minha presença e de outros dois, e mandou a moça chupar.

Depois mandou que fizesse o mesmo com os dois funcionários. Em seguida entra um terceiro assistente, todos obviamente de confiança do juiz e de sua equipe “privada”. Ao ver a moça ainda de joelhos e já com o belo vestido meio rasgado, lança um olhar entre divertido e intrigado à cena, e então o juiz o interpela: “Quer também?” Ato contínuo, a moça cumpre pela quarta vez o mesmo ritual. Esse pessoal adora um abuso, quase tanto quanto dinheiro.

As mulheres sempre participam desse jogo?

Nem todo mundo gosta de misturar putaria e trabalho, mas se você for carente e cair nessa, está fodido. Aí fica na mão mesmo. E o diabo é que o que mais existe é gente carente afetivamente, que sem perceber cai nessa armadilha. Eu, por exemplo, não participo. Como tenho mulher parceira, não tenho este tipo de carência. Não digo que não tenha participado uma vez ou outra, nesses quase 20 anos em que trabalho aqui, mas não é a minha praia.

Mas tem muitos que gostam. Os estrangeiros, por exemplo, adoram. Passei um ano em Londres trabalhando como estagiário na área jurídica do mercado financeiro e lá a putaria é mais pesada. Onde tem muito dinheiro tem muita putaria. Pesada mesmo, todo tipo de coisa que você for capaz de imaginar. Tipo alugar castelo do século XVII para um fim de semana com muita droga e muita festa para todo tipo de gosto.

Afinal, todas as máfias do mundo estão por lá, russos, árabes, africanos, brasileiros. Londres é uma grande lavanderia atrás da fachada da realeza. Comparados com eles, somos amadores. Mas o João sabe fazer esse jogo, não é nenhum amador. Por exemplo, para funcionar, não pode parecer putaria barata, e o João é um gênio nesse jogo.

Outro dia tivemos um cara, um norueguês, da companhia de petróleo deles. O cara sabe tudo de prospecção de petróleo. O João se encarregou pessoalmente de armar a festa. Ele tem uma ilha em Angra só para isso, com heliporto e um iate lindo. Tudo encoberto pela mata atlântica, privacidade total. É um fim de semana de sonho.

A gente tem de 15 a 20 mulheres lindas, que podemos chamar a qualquer hora, algumas ganham presentes caros todos os meses, outras a gente paga mesmo, e nenhuma delas você diria que é puta. São lindas, elegantes, sabem conversar, usam roupas caras, se comportam e não destoam em nenhum ambiente. Algumas você deve conhecer, aparecem na internet, mas isso eu não posso contar. O norueguês, por exemplo, ficou tão louco que queria levar uma delas para a Noruega.

O João aproveita e chama ainda um juiz, um político, um amigo do mercado ou um procurador mais chegado, chama também alguns daqui do banco mesmo, que sabem criar o ambiente mais relaxado e agradável possível, tudo para criar um clima de festa normal. O segredo é forjar “amizades”. Às vezes montamos negócios inteiros com todos os interessados participando, mas sem parecer negócio, como se fossem amigos se divertindo.

Você tem que saber misturar e montar para parecer diversão entre os “parça”, entende? Lá as meninas sabem fazer o trabalho do melhor modo possível. Tudo parece a coisa mais natural do mundo, como uma festa normal e animada entre conhecidos. Nisso de criar uma relação de confiança, o João é impagável. Eu só faço o meio de campo. O astro é ele.

E cabe a você comprar as pessoas para os negócios andarem?

Quem existe neste mundo que não é comprado de alguma forma? Comprar alguém bem comprado não envolve só dinheiro. Você tem que comprar uma relação de confiança. Sem isso, todo o dinheiro do mundo não conta. E isso é um talento.

João costuma dizer que quem manda no Brasil, a elite, não soma mais do que 800 pessoas, e que ele e eu conhecemos cada uma delas. Dessas 800 pessoas, 600 estão em São Paulo, 100 em Brasília e 100 no resto do Brasil. Temos uma relação excelente com boa parte desse pessoal, e diria que, com pelo menos umas 100 dessas 800 pessoas, temos uma relação de confiança construída ao longo dos anos.

Um banco, como qualquer empresa, vive de oportunidades de negócios que a conjuntura econômica e política cria. Se você é realmente um bom empresário, não pode ficar apenas esperando que a oportunidade surja com a conjuntura, pois aí vai ter muitos rivais e concorrentes.

Um bom empresário ou banqueiro é o que percebe a oportunidade quando ela aparece. Mas se você é muito bom, melhor que os outros, como no caso do João, então você tem que fazer com que a oportunidade aconteça só para você ou que você possa aproveitá-la antes dos outros.

Este é o segredo do nosso negócio. Se deixa passar uma janela de oportunidade, você não é bom no que faz. Mas nós somos muito bons no que fazemos. Nós criamos a oportunidade de tal modo que ela caia no nosso colo. Para isso servem as relações de confiança cultivadas ao longo dos anos.
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2020.10.27 00:17 todorokeyshoto Um "fora" que me deixou um pouco mal: Homens gay/bi podem ser bem cruéis

Acompanhei meu amigo num torneio de um jogo que ele joga nesse último final de semana. Chegando lá, conheci um amigo do meu amigo que também ia participar do torneio. Eu sou um menino bi, e esse menino é gay. Como eu achei ele bonitinho, contei pro meu amigo que fiquei interessado nele. No outro dia, meu amigo me falou que ele estava pedindo algumas fotos minhas, já que no evento ele só tinha me visto de máscara, e ele mandou as fotos. Hoje, por curiosidade, fui perguntar ao meu amigo o que ele tinha falado, esperando descobrir que ele ou me achou bonitinho e ficou interessado também ou então que não estava afim, ambas respostas possíveis e aceitáveis. Porém a resposta dele me deixou um pouco mal. Ele disse que consultou "as fontes dele" (provavelmente amigos em comum) e "descobriu que eu era passivo" e que "a cota de comer ** dele do ano já acabou". Minha preferência na hora do sexo não faz diferença nenhuma aqui, eu não me considero passivo (então nem sei daonde ele tirou isso kkkkk) porém mesmo que eu fosse, esse não é o ponto. Ele não se deu o trabalho de conversar comigo, de perguntar sobre meus gostos, de pedir uma rede social, de tentar pelo menos me conhecer, ou então, por outro lado, ele nem mesmo disse "Não me senti atraído", e simplesmente me rejeitou porque eu não fazia o tipo dele. Ele me rejeitou por causa de uma suposição idiota e me rejeitou porque "a cota dele estourou". Me senti bem mal porque fui reduzido a um pedaço de carne que pra ele não servia porque ele achou que eu não seria capaz de cumprir uma função que ele queria de mim. Ele agiu como se eu fosse um animal atrás de sexo e como pra ele não servia ele jogou fora. Eu sei que isso não tem nada a ver comigo, e sim, o babaca foi ele, e eu obviamente não vou ficar sofrendo por um estranho que me rejeitou, mas a maneira como ele tratou minha aproximação me fez refletir. Muitas vezes homens gays e bis são bem cruéis no quesito relacionamento, tratam um ao outro como objeto e isso faz muito mal pra autoestima dos outros. As vezes parece que nunca vou conseguir amar e ser amado de volta porque sempre vai ter uma lista de coisas que eu não consigo cumprir superficialmente e isso já vai me fazer ser descartado. De tudo acho que eu queria deixar de mensagem: Sejam gentis com quem se interessa por vocês, pode ser que você não tenha interesse nenhum, o que tá tudo bem, mas lembre que é uma pessoa ali que abriu uma sensibilidade pra você.
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2020.10.26 05:24 Radiant_Border eu sou egoísta por estar pensando tanto nos meus problemas?

hoje foi um dos dias mais pesados pra mim, uma priminha minha quase morreu e está internada, minha família brigou feio e bem hoje meus pais decidiram terminar. O difícil é suportar essa barra basicamente sozinha e ainda segurar a barra de outras pessoas, segurar a barra da minha mãe que vai enfrentar isso, do meu irmão e sem poder contar com ninguém da família (pela briga). E eu até tentei falar com meus amigos (não gosto de desabafar mas hoje precisava) mas eles só conseguiam falar sobre si e seus problemas, eu sempre escuto mas hoje doeu escutar. É complicado sentir que tem que dar apoio pra todo mundo e se segurar no mesmo tempo.
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2020.10.26 03:25 bronzemihali Fobia social?

Pessoal, preciso de umas opiniões.
Resumo do resumo: já sofri horrores nessa vida, em todas as áreas e às vezes me vem uma leve vontade de consumar meu suicídio. Só desisto pq lembro de como gosto de algumas coisas e teria que deixar isso e também pq não tenho coragem.
Mas não é sobre isso que quero falar.
Minha autoestima é um lixo, autoconfiança péssima, atitude beirando o zero e por aí vai.
E agora tenho enfrentado um problema (que já vem de algum tempo) de ansiedade muito alta perto das pessoas. De algum tempo pra cá tenho a impressão que ando cagado ou que alguma coisa está errada em mim pq TODO LUGAR QUE EU CHEGO AS PESSOAS PARAM PRA ME OLHAR, se eu fosse celebridade acho que não seria assim. Eu tenho um cisto no rosto, o que me faz não querer nenhum tipo de contato social, pq tenho vergonha disso que tenho.
Pior do que isso é que percebo que as pessoas acham que vou assaltar ou alguma coisa (pq ando de moto). Sempre que chego, seja na conveniência ou no mercado ou onde quer que seja, as pessoas me olham de um jeito que parecem me reprovar e isso me dá muita raiva!
Pq eu penso: ora, pq esse demônio tem que olhar pra mim e me fazer sentir mal?!
Aí vou alimentando essa raiva o tempo todo que tenho contato com as pessoas.
Eu sinto isso e é muito estranho. A sensação de que as pessoas me acham assaltante ou bandido. Mas ninguém nunca falou nada, nem teve nenhuma reação nem nada. Porém eu tenho quase certeza que vejo nelas isso. E aí fico me sentindo bandidao.
É importante ressaltar que jamais fiz coisas que vcs não fariam: nunca roubei, nunca assaltei, nada de errado, sou impecável (o que não é pra se louvar né, nada além do correto e da verdade).
Fui na conveniência agora há pouco, é eu chegar e quem tá na fila fica me olhando, aí eu percebo e começo a "perceber" o olhar deles também, parece que todo mundo fica meio ansioso e enquanto isso eu vou ficando com raiva, pq eu só quero ir na conveniência e voltar pra casa.
Depois da conveniência fui dar uma volta com os cachorros e uma bendita mulher veio descendo. Só posso ser muito louco, mas percebi que ela agiu de maneira estranha, como se eu fosse roubá-la. Chegando ao cúmulo do ridículo, antes de ela passar por mim peguei meu celular e mexi na intenção de que ela pensasse "ah é só uma pessoa normal".
Sei lá, tô cansado disso aí. E já passou do tempo de me fazer não sair de casa. Hoje não saio mais, evito conversar com as pessoas e dói sempre que preciso ir a algum lugar que sei que vou encontrar pessoas.
É tão estranho! Nunca roubei uma bala que seja mas sinto que as pessoas pensam isso de mim, que sou bandido e que vou roubar elas.
Alguém que já passou por isso (ou não) me ajuda aí. Não tenho amigos, não converso com ninguém.
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2020.10.26 02:52 gcfpluto como dizer pra amiga que não tenho interesse no relacionamento dela?

para desencargo de consciência, tecnicamente eu me importo porque é uma coisa que a afeta, e eu tenho um enorme carinho por ela.
já faz um tempo que essa amiga tem tido problemas no relacionamento e, por ser alguém em que ela confia, sempre desabafa comigo. no começo não liguei muito, porque um ouvido amigo e conselhos (se possível) são algumas das coisas que vêm com a amizade. mas de uns tempos pra cá é quase como se eu só existisse quando surge algum problema... raramente nossas conversas divergem do assunto que se tornou principal: a namorada dela; e quando falamos sobre qualquer outro assunto - até mesmo amenidades! - de alguma maneira a conversa se volta pra algum problema do relacionamento das duas. por causa disso acabo deixando de responder algumas mensagens e passamos dias e dias sem se falar. o silêncio geralmente é quebrado por ela... por causa de alguma coisa do relacionamento.
não vou negar, não gosto da namorada dela por razões específicas (que talvez se ela ler esse post vai me reconhecer), mas nunca cheguei a expressar esses meus descontentamentos com ela, pelo menos não explicitamente. às vezes sinto vontade de dizer que essa situação está me incomodando, que fico feliz em saber que ela vê em mim alguém que pode confiar pra compartilhar seus problemas, mas que não sei se tenho mais saco pra essa situação em específico. nossa última conversa (alguns dias atrás) começou com algo simples e de novo caiu no mesmo buraco, então não respondi mais porque eu realmente não sei mais o que responder. já disse todas as coisas ponderadas que poderia dizer, só falta falar pra terminar (o que seria cavalice de minha parte). por alguma razão tenho a sensação de que essa foi nossa última conversa...
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2020.10.25 21:56 Ok-Perception-3678 minha avó é uma arrombada. ou talvez eu seja uma arrombada? as duas, então.

pensando seriamente em assassinar todo o meu clã.
acho que ela gosta de mim mas odeia minha personalidade. não sei como isso é possível, é o que minha mãe diz. desde criança sempre demonstrei que não era a pessoa mais afável do mundo - odiava os apelidos que ela me dava, não gostava de contato físico, por mais que ela me forçasse - e sigo da mesma forma, porém mais introvertida.
ela sempre ralhou comigo devido a minha personalidade. quando eu era religiosa, o problema era minha falta de emoção ao recitar cânticos, meu gosto por coisas do mundo. quando eu odiava ser beijada e abraçada por ela, a ponto de virar piada na família, meu problema era ser fresca. pode ser frescura, mas não gosto de ser tocada, nem de compartilhar utensílios, nem de compartilhar demais sobre minha vida - são minhas frescuras e ninguém passa por cima delas. (tenho um pouco de ressentimento dos meus familiares, que nunca me defenderam quando criança ou respeitaram meu espaço pessoal. parece que eu era um objeto, quem quisesse pegar poderia, quem quisesse bater poderia também.)
concedo a ela a liberdade de evitar se relacionar comigo. mas ela exige minha atenção, minha devoção e me trata com condescendência, me invalida. se eu digo que falo inglês muito bem, ela responde que não, eu tô mentindo. quero conhecer o taiwan, ela ri como se eu tivesse dito que 2+2 é 10 e diz que se fosse minha mãe eu nunca sairia da cidade. se eu digo pra não tirar foto minha, ela se ESCONDE pra tirar. oferece ajuda pro que me tormenta e depois me diz que sou dramática, que é coisa da minha cabeça ou espalha pro resto da família, até mesmo pra aqueles que já morreram.
já me questionei se sou assim tão execrável e sou meio excêntrica mesmo mas juro que perto de pessoas que me deixem confortável (ou simplesmente não me façam querer arrancar meus cabelos) sou bastante agradável, útil e nada tímida. por isso que estranhei quando, num de seus discursos contra minha personalidade, ela me contou que meu tio acha que eu o odeio, que olho pra ele com raiva. nunca passou pela minha cabeça que ele pensaria dessa forma.
ela conversa com outras pessoas, pessoas que eu não conheço mais, e me descreve de tal forma que a única conclusão é acharem que sou doente, problemática. e ela vem e conta pra mim "tá vendo que fulana acha que vc tem problema?" não sei que sentido que isso faz. ela reclama de mim pros outros, que eu sou introvertida demais, que falo de menos e talvez uma pessoa menos narcisista pensasse "ah, essa pessoa não gosta de mim" mas pra ela o problema sou eu. e talvez seja, mais um motivo pra nunca mais nos falarmos.
ela está sentada no meu sofá agora. é pequena, frágil. sempre fala da vida dos outros, de como se acha muito agradável, que não gosta de arranjar problemas. limitei nossas interações e só a vejo quando ela vem em casa, raramente. queria entender pq de agir assim. é consciente, intencional? eu sei que ela é carente e não aguenta ficar sozinha mas às vezes acho que sou o bode expiatório da família. talvez eu seja muito diferente, muito inflexível. ¯\_(ツ)_/¯
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2020.10.25 20:04 JohnSDBR Eu me sinto bem melhor em Desabafar isso.

Eu gostaria de aprender a lidar com o sentimento de fracasso que sinto todos os dias. Esse semtimento quando parece que você sempre poderia tá fazendo algo melhor com a sua vida. Estou tentando entrar na universidade há vários anos e, como quero cursar em uma universidade pública, a forma de entra é pelo vestibular "ENEM" (se você é BR deve conhecer muito bem). Acontece que venho falhhado nisso em todos os anos que fiz essa prova.
A culpa é minha poís pra passar é só estudar, porém minha mente é muito conturbada e desde o tempo que eu estava na escola sempre tive problemas pra lidar comigo mesmo e consequentemente minha relação com meus colegas de turma era péssima, o que atrapalhou bastante meus estudos, mas eu não vou botar a culpa neles como eu sempre botava antes. Eu tinha um problema EU. Se eu não consegui ir bem na escola ou no vestibular foi por culpa minha; outras pessoas na minha mesma condição conseguiram e se eu não consegui foi por falta de foco meu.
Cansei de botar a culpa ou na minha classe ou nas pessoas, sempre fiz isso a minha vida inteira e sempre vão ter pessoas ao meu redor e se eu não consigo lidar com isso é um problema que eu tenho e só é culpa minha. Passei muito tempo da minha vida culpando meus pais e minha família por tudo que eu me tornei ou pelos problemas que tenho hoje, mas depois que você cresce você aprende que seus pais são pessoas como você. Eles tem erro, tem falhas e tem problemas assim como você e da mesma forma não são perfeitos como você também não é. É muito difícil apreder isso principalmente quando você é jovem e culpa seus pais por tudo ou outras pessoas (eu tava falando sobre vestibular e olha onde estamos... é eu tenho certo problema em focar em apenas um assunto dclp).
Quando eu aprendi isso foi só então que consegui "ver" meus pais de verdade e também ama-los mais. Isso ficou ainda mais claro pra mim depois de ter um irmão e ver que eu várias vezes cometi o mesmo erro que meus país em criar meu irmão. Acontece que na vida tem certas coisas que você só consegue percerber se olhar de uma outra pespectiva. Esse desabafo pode estar bem positivo nesse ponto, mas ( e por quê eu estou contando isso como se fosse uma narrativa ou um diálogo? Bom, não sei...acho que eu consigo desabafar melhor assim, talvez tenha aprendido isso quando ia no pisicólogo) vou ter que falar de um assunto que eu realmente não gosto e que eu evito a todo custo que é suic*dio, mas eu simplesmente preciso botar isso pra fora
Suicdio na minha vida é mais um pensamento constante, mais uma vontade do que realmente "atitudes". Tem meses que penso mais nisso do que em outros e eu sempre desencorajo isso pra todos os meus colegas e amigos além de mudar sempre de assunto quando esse tema vem a tona. Em conclusão, eu não quero cometer suicdio, principalmente por causa dos meus país que sempre se esforçaram muito pra me criar e pra não deixar nada me faltar. Eu nunca poderia fazer algo assim com eles. Aontece que esse algumas vezes é um pensamento tão constante pra mim, tem vezes que tenho um surtos de ansiedade e na minha mente só vêm todos os fracassos que eu tenho tido na vida e o tanto que me odeio e começo a chorar por tudo que deu errado na vida..... isso vai longe.
Eu bêbo até ficar totalmente bêbado várias vezes na semana, muitas vezes dias seguidos porque aqueles momentos que eu tô sob o efeito do álcool são os únicos que aquela pressão da vida, das coisas que eu deveria estar fazendo e não fiz, das minhas responsabilidades e deveres que tenho procastinado esses são os poucos momentos do meu dia que tudo isso se suaviza até quase sumir e eu consigo ter um momento de relaxamento (óbiviamente me tornei um acoólatra). Eu não queria terminar esse desabafo nesse tom e tinha tantas outras coisas que eu gostaria de dizer, mas eu tenho que sair agora e posso desistir de postar se não fizer agora. Eu já vou me sentir bem mais leve só botando essas coisas pra fora. Em resumo eu quero aprender a lidar comigo mesmo.
(Me desculpem pelos erros de ortografia e se esse texto está incrivelmente "embaralhado" é porque minha mente é assim) .
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2020.10.25 02:46 laladio o que meus pais pensam sobre mim

pra começar eu tenho 18 anos e meus pais me veem como se eu fosse uma criança, principalmente minha mãe. Eu odeio como eles tem umas visões distorcidas sobre mim e como eles supõem umas coisas nada a ver por causa de uma coisa ou outra que eu faço/ deixo de fazer. Eu estou terminando o terceiro ano do ensino médio e já n bastava eles me encherem o saco enquanto ainda tinha aulas presenciais, agora na quarentena é mais chato ainda. Eles estao sempre perguntando se eu estou fazendo os deveres, querem saber de tudo que eu to fazendo e tal, me monitorando (ameaçando tirar tudo que eu gosto se eu nao fizer nada) . E é obvio que eu to fazendo tudo certinho, por que eu nao faria??? Mas eu sinto que eles acham q eu sou idiota e que eu nao quero nada com nada e tem q ficar no meu pé pra eu fazer as coisas direito. Isso se intensificou muito na quarentena e eu sinceramente nao aguento mais estar perto deles nem ter q ficar ouvindo as perguntas deles sobre oq eu to fazendo, e nos últimos meses eu to passando praticamente o dia todo sozinha no meu quarto e evitando qualquer contato com eles por que eu sempre me estresso.. E isso é só uma parte do meu problema com eles, eu sempre odiei a forma como eles me tratam, tipo meu pai que trata tudo como uma provação e so sabe me pressionar e fazer sermaozinho se eu n fizer tudo exatamente como ele quer entre outras coisas. Enfim sla
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2020.10.24 06:50 mentalorgasmo DEBRUÇADA NO SOFÁ

Ela estava assistindo Mais Velozes Mais Furiosos, nem sonhando com o que poderia acontecer; eu voltando da cozinha, me deparei com uma cena esporádica: ela debruçada no sofá, só de calcinha — toda enterrada entre aquela raba sensacional. Me aproximei silenciosamente, com muito esmero beijei uma perna, fui subindo alternando entre beijos, mordidas e lambidas até a popa da bunda. Na mesma, lambi subsequentemente de uma mordida suculenta, provocando uma contorção seguida de uma deconcentração indubitável, fazendo-a se desligar do filme. Mas, como é meu favorito, foi delicioso adentrar nessa ideia de usufruir dela assim nessa posição. Então, ela já pensando no futuro tirou a calcinha, se abria como uma flor, levantando um pouco as pernas, me martirizando de tesão, mas cansei de só observá-la e nessa oportunidade eu voei faminto de boca na boceta, me acabando nas chupadas transgressivas, bem revoltado positivamente. Uma fome que eu raramente senti antes. Saliva atrás de saliva me dominava, escorria pela boca como uma cachoeira. Ela, aparentemente não estava remota ao orgasmo físico, sobretudo procurei deixar isso para última tese.
Me ajeitei melhor no sofá, ela prendeu minha cabeça entre as pernas, me forçando a chupar demasiadamente, mas parecia que não sabia o quanto sou fissurado por isso; permaneci exacerbado no ato, com a piroca estremecendo, o corpo borbulhando, os olhos extremamente abertos, os ouvidos focados nas gemidas que ela soltava; uma mão por baixo da blusa massageava os seios com fúria, enquanto em baixo rebolava lentamente comigo ali. O momento era de luxúria. Minha boca cintilava durante o ato. Uma delícia!
A parte interna das coxas roçavam na minha cabeça, orelha, me fazendo adentrar cada vez mais; os pés nas costas, me puxando para ela cada vez mais; eu cuspia e lambia com ardor, mordendo com gosto aquele grelo saboroso e suculento que compunhava uma boceta fenomenal!
Comecei a sentir uma certa dormência na língua, fui diminuindo a intensidade, levei uma mão à ela [boceta], massageei calmamente o clitóris, tentando ver as reações dela, pois me prendia com muito tesão; ela mordia os lábios, apertava os seios parecendo que iam explodir. O indicador deslizava pelo lúbrico clitóris como o avião voa pelo céu, facilmente escorregadio. Mas ela não se contentava! A mão que brincava nos seios foi levada à xota e começou uma linda diversão: se empinou de quatro, com a mão por baixo começou o ato emblemático me pedindo: “Amor, só um pouquinho, me chupa de quatro?” — Como que eu ia negar? Impossível!
Dei uma cuspida, deixei escorrer um pouco, ela se esfregando, foi passando pela região, então meti a boca ainda voraz, sugando e soltando o grelo, repetindo por algumas vezes, até que logo tirou a mão, deu uns tapas, abriu a bunda, começou a esfregar o cuzinho, levar o dedo na boca, cuspir, passar nele, massageá-lo, assim acabando comigo sem nem imaginar o quanto. Totalmente lasciva!
Diminuí a intensidade, me posicionei por baixo dela, entre as pernas levei as mãos à boceta, explorei como pude até que ela cansou e se arriou sobre mim, assim ficando com ela [boceta] bem entre meu nariz e boca. Só me restou chupar mais um pouco, para não perder o costume.
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2020.10.24 05:54 mentalorgasmo FICA À VONTADE

Fica à vontade, meu amor. Tira essa maquiagem. Vem para mim. Me deixa ser o autor do nosso livro sexual. Eu só quero entreter o leitor tal como lido tão bem com o seu corpo. Escrever os melhores textos sobre nós. Sobre nossas noites perdidas de sono mas ganhas de sexo gostoso que ficamos tão à vontade. Fica à vontade, tira essa blusa e esse sutiã. Ou melhor, deixa que eu tiro, vem aqui. Isso, deliciosa. Apenas relaxa. Suave.
Já te disse que amo me deleitar no seu corpo? É uma coisa magnífica tudo isso. Que privilégio, babe. [Após tirar, abocanho seus seios e dou uma brincada bonita, chupando o mamilo de um dos seios e olhando bem nos olhos dela, mostrando 101% o quanto estou à vontade.]
Fica à vontade, porque só dá nós nesse quarto, entre essas quatro paredes sedentas e dispostas a presenciarem mais um daqueles momentos memoráveis que só a gente é capaz de prover. Seu corpo tem gosto. Sua pele tem um grande poder. A leveza das suas mãos ao me tocarem faz com que eu me torne cada vez mais fissurado por você. Até a maneira como você tira todo o resto que esconde a obra-prima dessas curvas espetaculares é ímpar. Fica à vontade, porque o orgasmo é onipresente conosco. Ele não se ausenta. Mas, de preferência, o espiritual. É quando a gente se conecta mais exato e eleva as situações.
Não é ficção, é fato. Mergulhar no seu corpo me prova que o Universo é nosso fã número 1. A praticidade, o domínio, a avidez que eu uso para percorrer as curvas desse corpo lindo é pura magia. Minha alma se delicia. Minha língua vicia.
Fica à vontade, pode sentar com tudo.
[Ah, que delícia! É uma sensação completamente incrível quando ela faz isso. Parece que encostei nas nuvens.]
Desse jeito! Rebola com ele dentro, isso, mostra sua habilidade. Você é foda. Sabe tornar real uma boa foda. Entende como fazer acontecer uma foda. Olha isso! Essa sentada não é comum. Presenciar esses seios subindo e descendo só me deixa mais extasiado. Junto desse calor que sua xota apertadinha proporciona ao meu instrumento, eu perco a noção. Você é muito gostosa.
Fica à vontade, minha deusa, e roça legal com essa xota toda babada na minha cara. Você sabe o quanto eu prezo e dou valor a esse clitóris, tão belo quanto um beat do OG Parker. Tão incrível quanto o talento do Jacquees, cujo álbum King of R&B proporciona outra vibe nos alto-falantes do nosso som enquanto a gente se acaba nesses momentos íntimos e inesquecíveis. Foi justamente nesse clitóris que eu fiz morada, do tipo a de Gucci Mane no Patchwerk Studios, em Atlanta, quando ele estava começando a ser conhecido nas ruas da cidade.
Eu realmente gosto quando você fica à vontade, porque você se entrega de corpo e alma e a gente sempre sai da sinuca que a vida nos coloca. É o ápice. É nossa ascensão. Só o orgasmo nos interessa.
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2020.10.24 04:10 mentalorgasmo EU QUERO FODER VOCÊ

Te vendo desse jeito, como não ir ao delírio? Como não salivar? Como não meter a mão na piroca e ficar se masturbando pensando em você quando não te tenho aqui? NÃO TEM COMO, amor. Tu és uma obra-prima feita pelo Senhor. És todo meu ouro. És minha garantia de respirar um ar mais puro e fresco — principalmente quando abre as pernas e senta na minha cara.
Com você eu quero tudo e mais um pouco. Quero te eternizar em mim. Quero que lembremos um do outro até na morte. Que a vida seja apenas um passatempo para nós. Meu foco é te foder, aproveitar você de todas as maneiras possíveis. Porque você me eleva para acima das nuvens com o vapor que essa boceta transmite ao sentir minha piroca dentro. É tão extraordinário meter nela que vira e mexe me arrepio (não sei se você já reparou). A piroca flutua. Você vive melada, tal como sempre acordo excitado.
Quando o assunto é essa bocetinha lisa, suculenta e inchada eu fico todo bobo emergindo sobre. (Na verdade sou um babaca que tenta descrever o que não tem como.) Sou seu maior fã, por inteira, porém você sabe que nessa boceta encantadora eu tenho um apreço maior que outras partes do seu corpo. Amo o rabetão, seios, cabelo, celulites, etc., mas nada me pega tanto assim. Porque é nela que sinto a vibração maior. Parece que elevo o nível, caio na realidade de que estou no paraíso sem precisar gastar dinheiro e/ou me locomover fisicamente para longe. É uma obsessão sem igual.
Quando te pego empinada desse jeito você já sabe que vem coisa boa: num vai-e-vem envolvente te abraço e encaixo minhas mãos nos seios e sigo penetrando bem suave; você vira o pescoço para trás para tentar me dar um selinho. Com minha boca no pescoço vou ao delírio sentindo seu cheiro inigualável.
– Ai, que delícia meter nessa boceta! Como dá prazer senti-la apertadinha! — falo bem baixinho no ouvido dela, que joga o cabelo para o outro lado e deixa tal parte “livre” para minha boca.
— Você gosta mesmo, é? — ela pergunta, como se não soubesse que sou fissurado por ela.
— Não só gosto como sou (literalmente) dependente — finalizo.
E passamos o resto da noite fodendo gostoso, agindo muito e falando pouco.
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2020.10.24 03:57 mentalorgasmo O PODER DA MINHA LÍNGUA SOBRE VOCÊ

Meu pau pode até ser útil; posso amar senti-lo dentro desse corpo delicioso; posso ser apaixonado pela sensação de sentir o calor da sua flor; posso ser viciado nas caras e bocas que você faz quando penetro lentamente e fico naquele vai-e-vem gostoso só com a cabeça do pau latejando, estimulando sua flor, delirando com você; mas me desculpe a sinceridade: eu prefiro chupar sua flor, lambuzar seus seios, passear um pouco pelo seu cuzinho… te fazer enlouquecer cada vez mais comigo — sempre mais.
Eu gosto de sentir o calor do seu corpo, presenciar cada reação sua conforme vou agindo sobre essa sinuosidade. Eu gosto de te deixar realizada. O sal do seu corpo é o melhor que poderia correr nas minhas veias sanguíneas.
Minha língua passeia por essa virilha encantadora, lisa como uma quadra de hóquei. Minha boca se deleita na sua flor como Michael Jackson amava dançar. Eu chupo sua flor com o maior ardor do Universo, porque é isso que eu amo. Eu passo toda a língua, pressionando, bem entre os grandes lábios que compõem essa delícia… subindo até o clitóris, passando só a ponta da língua, te fazendo gemer intensamente. Te deixo tão excitada que babo enquanto chupo gostoso. Me embriago nesse melado.
É nesse corpo que eu vou me eternizar. É nele que eu me perco em meio a tantas maravilhas. É você que exerce poder sobre mim. Eu já não consigo mais me controlar. Sou obcecado por você. Toda vez que uso minha língua para passar sobre esses mamilos sinto algo indescritível por dentro. É uma delícia. O gosto do seu beijo me traz paz. É uma fissura usufruir disso tudo contigo.
“Como você sabe que sua língua reina sobre mim?” ela me pergunta. “Será que eu demonstro tanto assim?”
“Noto suas reações. Não são normais. Você é completamente única”, eu respondo aliviado.
“Viajo para outra dimensão quando sinto sua língua em mim. Nunca foi algo normal”, ela diz quase sem voz, de olhos fechados, sentindo meus dedos passando entre sua flor toda babada.
Deve ser porque eu não procuro satisfazer nem eu nem você, apenas faço como se fosse a última vez, para que seja bem gostoso para ambos, eu penso comigo.
“Cada toque seu no meu corpo eu me torno mais apaixonada por você”, ela continua, “porque dá para sentir facilmente o quanto você ama o que faz.”
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2020.10.24 03:42 mentalorgasmo ESQUENTANDO A BRASA

[Fiz este conto em parceria com uma mulher.]
Eu: É sempre um total deleite vê-la de vestido curto — mesmo eu estando acostumado. Essa cena marcou desde quando te vi assim pela primeira vez. E na manhã desse Sábado ensolarado não foi diferente: a piroca latejou quando me deparei com essa cena. Estamos na casa de sua irmã visando fazer churrasco. Ainda é cedo, mas todos já estão acordados e nos preparativos para realizá-lo. No entanto, dou um gole na minha cerveja e te digo o quanto gosto de estar com você. Pego sua mão, levo até a piroca, te olho e pergunto: “O que será que dá para fazermos enquanto esse churrasco não começa?”
Ela: Eu tô louca pra dizer com detalhes tudo o que quero fazer com você aqui agora. A mente se controlando pra não sussurrar apenas “me beija, me chupa e me fode” mas não posso ir tão depressa assim. Como o carvão em brasa, nós dois precisamos queimar lentamente, arder em desejo por um tempinho que assim é mais gostoso. E ninguém chega. Acho que nos deixaram aqui de propósito. Só os dois, cuidando do fogo. Enquanto o nosso fogo arde aqui dentro, sento. “Dá um golinho dessa cerveja?!”
Você me entrega a garrafa; eu te olho nos olhos e passo a língua devagarinho nós lábios antes de encostar no vidro, só pra te atiçar. Suspendo o vestido um pouquinho. Ah, como é bom te provocar. Baixo a alcinha do vestido. “Também estou adorando estar aqui com você. Olha só…”
Eu: “Você é muito safada, isso sim.”
Vendo suas ações e sentindo o corpo estremecendo e subindo um fogo sinistro me ajeito no banco que cerca a mesa. Salivando. Louco para sentir seu melado na minha boca. Enlouqueço ao vê-la baixando a alça do vestido. Minhas mãos adoram encaixar na sua bunda grandiosa. Você é esbelta, e sabe me provocar como ninguém. É nessa que ajeito a piroca dentro da cueca e elevo meus pensamentos sobre o que estamos fazendo. Acredito que nos deixaram sozinhos aqui mas te pergunto em tom risível: “Será que não estão nos espiando?”
Ela: “Talvez, meu lindo… Mas isso não é mesmo excitante?” Eu pego no seu pau, de leve, por cima da bermuda só pra sentir o volume. Como já está duro e avantajado eu fico ardendo em chamas. Penso comigo, Credo, que gostoso! “Você provoca isso em mim como ninguém. Caraca, que calor!” Me abano com a saia só pra mostrar que não uso calcinha. Eu: Ao sentir sua mão tocando meu pau faço com que ele se mexa. Você adora. Delira.
É mágico ver que está sem calcinha. Você abanando esse vestido e mostrando essa bocetinha lisinha e suculenta só me instiga mais. É fúria para os meus demônios.
Me levanto, te pego e te coloco em cima de mim, sentada sobre o pau duro e ansioso. Levo a boca aos seus seios e fico passando o rosto pra lá e pra cá. Sentindo seu cheirinho elevo os pensamentos. Vou subindo esfregando os lábios em você, até seu pescoço; logo desço e paro em um dos seios, e fico brincando com ele, alternando entre lambidas, chupadas e mordidas.
Ela: Ai que delícia! Seus lábios quentes e macios mamando meu peitinho me enlouquece. “Mama, amore, todinho seu.” Você suga até o biquinho ficar vermelhinho e sensível. Passa para o outro e fica puxando o mamilo do primeiro entre dois dedos. De repente sua mão desce, devagarinho, alisando. Aperta a cintura, contorna o umbigo e desce mais um pouquinho.
Eu: Delirando nos seios macios desço a outra mão à sua bocetinha com o grelo durinho, um pouco babado. É nessa que aproveito o embalo e movimento dois dedos que vão até o orifício dela e voltam, escorregando com total fluidez. Eles vão passeando com total propriedade, conhecem esse ambiente de cor. Logo diminuo os dedos mas aumento a intensidade, e enquanto me acabo no seio vou voando alto durante essa viagem pela flor começando a ficar mais molhada.
Ela: Sua língua quente e úmida faz meu sangue ferver e circular tanta energia que eriça meus pelos me deixando toda arrepiada, aquece meu rosto me fazendo corada e faz me olhar pra você com fogo nos olhos. Eu não resisto e solto um gemido rouco. Vontade mesmo é de gritar um urro de loba, que é como me sinto entregue à sua boca, que desce pelo meu corpo por baixo do vestido. Eu deliro com a facilidade que você tem de mexer comigo. Sua boca encostando na minha bocetinha (literalmente) me deixa fora de mim, já molhadinha, pronta para você se acabar nela.
Você sussurra algo assim como “goza, goxtosa, que eu quero seu leite na boca antes de entrar em você… Goza, minha goxtosona, encharca essa bocetinha e derrama teu leitinho” e volta a chupar meu grelinho prendendo com a língua. Sobe e desce lambendo a buceta por completo, língua sedenta. Pega meu joelho e abre mais minhas pernas. Quer ver tudinho. Conferir como está babado. Sinto a vulva inchada, latejando. Eu: Obcecado porém preocupado com a aproximação de alguém eu acelero e fico mais intenso durante meu tour por essa perfeição. Uso minha impecabilidade para fazê-la gozar e se esparramar na minha boca com toda cautela possível. Me deleito nesse melado que alimenta minha alma. Sugando o grelo e soltando, puxando conforme consigo (porque está babadinho, do jeito que a gente adora). Levo as mãos à bunda, dou uns tapas, aperto e solto, fazendo barulhinho conforme me acabo nas chupadas. A saliva mescla com o melado. (Parece que a piroca vai estourar de tão quente e dura.) Eu me sinto insaciável quando estou com a boca em você.
Ela: Não me aguento mais. Começo a pedir seu pau em mim. “Entra em mim, gostoso, coloca seu pau, vai… mete!” E vc: “Ainda não. Estou gostando de ver essa xota maravilhosa inchando, ficando vermelha.” Enquanto fala isso você põe dois dedos lá dentro de novo, só pra sentir a carne fervendo, o gozo quente descendo. Seus dedos melados alisam meu cuzinho. Me viro. Não tô aguentando mais. Vou provocar mais agora com a bunda empinada, penso.
Eu: Também estou louco para meter nessa xota quente e escorregadia, mas assim como você gosta de me sacanear, também vou fazer o mesmo com você.
Fico mais algum tempo com a boca nela, passando a língua para cima e para baixo bem no centro dela, te desconcertando, fazendo com que você se mexa a ponto de arrastar a mesa.
Ela: Foco no nosso prazer. Se todo mundo se pegasse gostoso assim como a gente, com certeza haveria mais paz. O que você faz em mim não é normal, não. De repente passa a mão na minha bunda, aperta com força e espoca um dedo na minha boceta melada, com jeito, sem tirar o grelo da boca, e eu me derreto e gozo. Ai, eu gozo gostoso, gargalhando alto, cheia de tesão que já estava acumulado. Me liberto. Gozo tanto que molho seu rosto lindo. E você se delicia do meu gosto preparando o pau latente que já está na minha mão.
Eu: Gosto pra caralho quando a gente resolve fazer essas loucuras sexuais. Somos uma delícia!
Me sinto orgulhoso por fazê-la gozar bem na minha boquinha e melar meu rosto. Não tem problema, eu adoro. Seu mel é tudo que eu preciso para continuar cheio de verve. De vivacidade. Você me traz paz. É tudo que mais tenho de precioso. E por isso me levanto, vou ao delírio ao sentir sua mão no meu pau pulsando, com as veias explícitas latejando bonito, cheio de fome, ansioso para comer sua xota vulcânica.
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2020.10.24 03:36 mentalorgasmo DE REPENTE NA COZINHA

Viciado em você eu não tenho limites. Elevo meus pensamentos quando o assunto é essa coisa toda.
Fissurado em suas curvas transcendentais eu viajo. A gente fode gostoso, se chupa com gosto. Visa a melhoria, o dia a dia repleto de amor com putaria.
Às 4h da manhã de uma Sexta-feira levantei para ir à cozinha beber água e me deparei com ela só de calcinha – sem mais nada na parte de cima. Isso me marcou. Chocou. Pude sentir o pau pedindo um sexo rápido e gostoso – e obviamente era o que viria. Ela estava com a porta da geladeira aberta procurando algo para comer quando cheguei cautelosamente por trás e toquei em sua xota e por cima da calcinha fiquei esfregando da maneira mais excitante que estava à minha disposição. Ela, mastigando um pedaço da barra de chocolate, se afastou da geladeira, se virou para mim e colocou suas mãos no meu pescoço e encostou seu rosto no meu ombro. Esfregando o nariz sobre ele, subiu até meu pescoço beijando, descendo as mãos pelo meu corpo.
Dona de mãos potentes e graciosas, sinto-as entrarem pelo meu short e massagear as bolas. Ela se alegra. Se desperta. Eu, ansioso e com a piroca dura como uma barra de ferro, arrio o short, depois sua calcinha; consequentemente pego em sua bunda, aperto, bato, acaricio; levanto essa mulher esbelta e rica e a encosto na pia, onde sem nenhum esforço penetro com total facilidade em sua boceta melada. (Nunca senti o caminho tão molhado assim antes. Entrou muito fácil. Eu fui no céu e voltei.)
Ela começou a morder minha orelha e sussurrar coisas quentes que apimentam a ação, como: “Me fode nessa madrugada quente e imprevisível, fode. Que delícia te sentir dentro de mim essa hora e inesperadamente. Fode sua putinha, fode.” Ouvindo coisas do tipo é impossível não delirar. E eu, cheio de tesão, estava num vai-e-vem excelso, com as mãos sobre sua bunda e lambendo-a como dava, sentindo o gosto de sua pele suave que sarrava em mim. Penetrava devagar, procurando sentir o vão da cabeça esfregando na entrada, pele na pele, o calor nos fazendo suar, emergidos na escuridão.
Tirei a piroca e fiquei passando sobre sua flor, sentindo o melado, mas logo entrei de novo e tão devagar que senti o orgasmo físico se aproximando. Apaixonado, consegui abocanhar um seio e nele fiquei chupando… faminto, lambendo o biquinho durinho e instigado, excitado com as minhas ações. Eu babava enquanto me saciava e satisfazia essa mulher merecedora de todo orgasmo do Universo.
“Vou gozar, tá foda”, eu disse no pé de seu ouvido.
“Quero o leitinho da madrugada”, ela rebateu para mim, sedenta pela minha porra.
Devagar a coloquei no chão e ela já foi descendo as mãos pelo meu corpo, parando nas pernas, beijando toda a área, lambendo o pau de baixo para cima, sugando as bolas e até mordendo devagar a cabeça. Ela sobe as mãos até a barriga, desce, pega nas bolas, massageia e então abocanha o instrumento, e assim que ela engole até quase se engasgar eu gozo, e me apoio na mesa, quando ela me masturba e engole sem deixar nada para trás.
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2020.10.24 03:34 mentalorgasmo NÃO CONSIGO SENTIR MEU ROSTO

Às vezes penso que ela será a causa da minha morte. Aquela sentada no meu rosto me deixou anestesiado. Eu não consigo senti-lo quando estou com você, mas sou seu dependente. Toda vez é a mesma coisa: senta melando gostoso, esfregando de forma alternada. Safada! Confesso que gostei absurdamente.
O gosto da sua flor é o combustível que me deixa em chamas por dias ou talvez para todo o sempre. Sinto o cheiro dela até mesmo quando estamos distantes. Ficar sem senti-lo é um verdadeiro martírio. “Você nunca vai estar sozinho, ainda vou te fazer gozar horrores. Não se preocupe mais com isso”, ela me disse enquanto sentava no meu rosto.
Vê-la por cima é poesia. Gratidão incomensurável! Amo todos os seus defeitos! “Fica tranquilo e goze comigo”, ela diz relaxando sobre mim, parecendo um ímã. Eu adoro ficar com ela. O tempo voa, sobretudo também pára. Parece que é o fim do mundo sentir os grandes lábios da flor roçando em mim, e os olhos bem abertos enxergando detalhes absurdos.
Poder sentir todas essas estrias roçando pelo meu rosto é como ter uma medalha de ouro a mais no guarda-roupa. Seu corpo é um talismã que brilha tanto à ponto de me deixar boquiaberto com tanta grandeza. Estamos anestesiados pelo mel que a flor solta quando se euforiza. Todo o rosa da região se emociona, nos tornando dependentes.
Eu não consigo sentir meu rosto quando estou com você – mas sou seu dependente. Viciei nessa esplêndida obra-prima que Deus enviou para mim. Tudo é maravilhoso com você, porque chegamos ao ponto de não conseguirmos viver sem isso.
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2020.10.24 03:28 mentalorgasmo LAMBENDO SEU CUZINHO DURANTE O BANHO

Nesse banho gostoso a gente se esbalda quase como nunca antes. O fato de eu ter você comigo para mais um momento de elevação espiritual como esse me faz crer que fomos feitos um para o outro.
A gente se pega tão intensamente que entramos no box parecendo dois carnívoros devorando um animal: não tem tempo ruim entre nós. Entre beijos e passadas de mão pelo seu corpo abro o chuveiro no morno e deixo a água cair sobre nós. Te pego no colo e já penetro o pau nessa xota eletrizante. Tão apertadinha. Tão quente. Tão benéfica. Que glória. Você não é McDonald’s mas eu amo muito tudo isso.
Paro o beijo devagarzinho, mordiscando seu lábio inferior, puxando calmamente, olhando bem no fundo de seus olhos. Metendo devagar. Te encarando. Sentindo seu poder. Absorvendo sua energia. Socando um pouco mais forte. Você gemendo conforme ajo. Revirando os olhos. Mordendo o lábio inferior. Logo quer me beijar mas é interrompida pelo prazer de sentir meu instrumento dentro de você. No entanto, me pede entre o beijo: “Quero sentir sua língua no meu cuzinho. Chupa minha xota molhadinha, vai.” E obviamente seu pedido é uma ordem – mesmo estando uma delícia a penetração. Vou descendo com a boca pelo seu corpo e beijando cada detalhe de sua pele. Roçando o nariz, o rosto… te sentindo tanto quanto posso. É nessa que eu me agacho, pego uma de suas pernas e jogo sobre as minhas costas, e subsequentemente levo as mãos à sua bunda e sem enrolação caio de boca na bocetinha. Fluindo gostoso. Chupando e soltando, repetindo algumas vezes. A água caindo sobre o nosso corpo. Você massageando os seios, apertando e gemendo baixinho, para si.
Bato com gosto seguindo de apertos nessa bunda hipnotizante. Intensifico as chupadas. Fico passando a língua de um lado para o outro, sacudindo esse grelo rosadinho. Delicioso. Apetitoso. Produtor do melhor chá.
Saio lambendo todo o caminho até o cuzinho e nele beijo algumas vezes, te deixando com vontade de jogar as duas pernas em cima de mim e se apoiar nas paredes. Mas você faz melhor: fica de quatro e joga esse rabo pro alto, me deixando mais tarado e louco por essa Deusa do Prazer. Vendo essa coisa toda na minha frente eu fico até sem palavras, então ajo. E mordo as coxas, lambo, passeando nessa corpo feroz que me mantém refém.
Deslizo a boca pelas suas nádegas enquanto uma mão faz o serviço de te masturbar lentamente. O clitóris se aguça, se anima todinho quando me sente tocando nele. Se entorpece. Delira sabendo que tenho total controle sobre ele. Escorrega que é uma maravilha. Você apoiada na parede. Pedindo tapa. Faço o que pede. Pedindo linguada no cuzinho. Faço o que você ordena, porque sou seu cachorro.
Entre beijos e lambidas – e linguadas – mergulho nesse cu dopante. Massangeando sua xota e lambendo o cuzinho. Quero mais o quê? Eu sou o rei e você é a rainha. Sou seu e você é minha. Minha cadelinha. Safada. Gosta quando resolvo ficar minutos apenas passando a ponta da língua nele, e alternando para lambidas intensas, com a parte dentral da língua, seguindo passando ela toda, da ponta até onde é possível.
De repente ela começa a se entregar, dizendo que se rende e que também quer brincar comigo – mas o conto disso fica para uma outra hora. Hahahah!
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2020.10.24 03:13 mentalorgasmo SUA OBSESSÃO 🤤

Quando você pega no meu pau e se deleita é quando eu às vezes acho que estou sonhando. Você tem um jeito muito especial de agir sobre mim. Domina o garoto com total sagacidade. Tem um dom único de me deixar transbordado de ânsia em sentir seus lábios roçando nele todo até as bolas. Suas chupadas sensacionais aguçam-no. Me deixa atordoado. Eu fico pasmo. E o melhor: ele sabe que no calor da sua boceta vocês fazem a festa, queimam a lenha. Não demora muito e o caminho todo fica escorregadio. Nossos corpos se entendem. Conectam os pontos enquanto você enterra minha piroca dentro dessa sua bocetinha. Trata bem demais.
Você foi a melhor surpresa que apareceu na minha vida. Nunca vi tamanha paixão no seu olhar quando olha para ele e passa a língua pela cabeça rosadinha, soltando sua saliva quente e por conseguinte mama com gosto. Você deixa extremamente nítido o quanto é apaixonadinha por ele. Quando chupa até a goela sente prazer ao se engasgar, e me masturba durante o ato… você é uma exímia apreciadora dele. Sua obsessão é magnífica e digna de respeito.
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2020.10.24 01:31 mentalorgasmo NOITE QUENTE

Após um banho gelado, vou para o quarto, a vejo deitada de lado, completamente nua graças a esse calor… Não resisto! Caminho devagarzinho pelo outro lado da cama e dou um tapa bem gostoso nessa raba linda, já apalpando; ela se empina e contrai a xota.
“Huuummm… Que delícia! Aproveita e me fode gostoso de ladinho, vai”, ela diz. E eu penso, Como não obedecer?
Termino de me enxugar, penduro a toalha no varal da área, volto para a cama, me ajeito, encosto meu corpo no dela… a piroca fica ansiosa quando sente a energia do seu corpo. Levo a mão esquerda por cima dela, pego em um seio, massageio, brinco um pouco, puxo o mamilo, salivo, beijo o braço dela, mordisco em seguida, me ajeito, me masturbo um pouco, encaixo nela e vou fundo. Ela vai se ajeitando, se conforta, a cintura vai batendo na bunda – o barulho é extremamente excitante.
“Essa é a piroca que eu gosto” ela afirma com ar de tesão.
“Essa é a boceta que eu gosto” falo após morder o lábio inferior.
Ela sorri, vem mais para mim, tenta ajudar, se inclinando para trás; a piroca dura como rocha, minha mão volta a apertar os seios, a boceta ajuda a piroca a escorregar suave como detergente, até aqui Deus nos ajudou; tiro a mão do seio, bato na bunda dela. “Assim! Isso! Soca tudo! Me fode!” ela implora. Aumento a intensidade, rápido como o Sonic, batendo na raba, alisando em seguida. Delirando com tamanha perfeição.
“Você apela. Safado demais”, ela diz com a respiração ofegante.
Masturbo o clitóris bem devagar. Ela vai delirando… diminuo a intensidade da penetração e aumento a do clitóris, com dois dedos fazendo a festa.
“Isso te satisfaz?” eu pergunto com ar de ironia com a boca colada no seu ouvido. Ela, de olhos fechados para sentir mais o momento, abre instantaneamente e morde o lábio inferior.
“Deus nos abençoe, amor, porque você é fora de sério,” ela diz cheia de entusiasmo. Sorrio, dou um tapa na boceta, ela se contrai, sufoca a piroca e pressiona e me surpreende.
“O que está fazendo?” eu pergunto, meio incrédulo.
“Chega de tomar pirocada, agora é a minha vez de te dar meu chá de boceta”, ela rebate sorrindo. Ela sai da posição, abre meus braços, amarra na cabeceira da cama, faz o mesmo com meus pés, me deixando sem saída ou qualquer tipo de reação. Fica de pé, vai se agachando, começa a rebolar externamente na piroca, esfregando lentamente a boceta toda melada. Quando ela finge penetrar eu endoido. Por conseguinte, sai de cima, abocanha as bolas me olhando pronta para atacar. Começa um olho no olho e ela vai beijando a virilha, desvia o olhar, lambe a mesma, vai roçando o nariz para uma coxa, lambendo, me olha novamente, desvia o olhar outra vez, vai até a piroca e morde a cabeça bem devagar. Em seguida inicia uma masturbação com sua mão suave. Me masturba um pouco, chupa, cospe, chupa, engole até onde dá, quase se engasga; tira, passa a língua, morde a cabeça; vai subindo pela barriga, contraio, sinto cócegas, sorrio e preso e sem poder reagir à nada, ela vem até meu ouvido, morde a orelha, desce roçando os lábios pelo rosto, beija minha boca, roça a boca pelo queixo, lambe o pescoço; pára, se ajeita e realiza a proeza de resolver sentar na minha cara.
Aí eu enlouqueço!
Sinto frio na barriga, sensação de realizado só pela cena que presencio, completamente obcecado: ela senta bem no meu nariz e esfrega o grelo (que se divide em duas partes), vou sentindo o aroma natural dela… uma grandiosidade rosa, exalando o melhor perfume.
Vai descendo para a boca, senta, fica parada, não me dá chance de abocanhar.
“Olha o que você causou na piroca” falo indicando com o olhar.
Ela se deita sobre mim e sem olhar leva uma mão à dureza dela, passa pela cabeça e sente melada; passa os dedos, limpa, abocanha, volta a sentar lentamente na minha boca – mas dessa vez me permite agir. Então apoia as mãos na cabeça, com o polegar alisa meus olhos, sorrio, olhando a perfeição de baixo para cima… os seios selvagens me olhando… desvio o olhar para a boceta, abocanho tudo que consigo dessa xota fenomenal, salivando bastante, de verdade, chupando demais, completamente eufórico, num extremo frenesi, delirando com o gosto.
Começo a brincar de sugar e soltar o grelo, repetindo várias vezes; começo a passar a ponta da língua entre a flor, fazendo com que ela faça movimentos leves tipo rebolando, e puxa meus cabelos, entrelaça os dedos.
“É disso que eu preciso.”
Ela joga a cabeça para trás, enlouquecendo, pressiona mais um pouco, (literalmente) me sufocando com a boceta. Eu me deleito nesse chá delicioso enquanto ela geme abafado e baixinho. Volto a tentar chupar, sugar mais algumas vezes, mas ela logo tira o alvo da mira e sai de cima.
“Chega por hoje, já deu para brincar. Nos divertimos à beça. Nada de orgasmos externos”, ela me diz com aquele ar de arrependimento, querendo continuar.
“Tudubom, maravilha. Que noite quente, baby girl… Só vitória”, digo após engolir saliva e sentir o gostinho delicioso dela.
Ela sorri, me desamarra e vai tomar banho, rebolando, olhando para trás e batendo na bunda. Essa mulher me deixa louco.
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2020.10.24 01:29 mentalorgasmo AUUU

Eu falo “AUUU” toda vez que o pau lateja por você. Deliro ao som de “Bad and Boujee” do Migos com Lil Uzi Vert, numa viagem voluptuosa sentindo a quentura dessa boceta maravilhosa que eleva o nível à ponto de ser mais que “transceral”, unindo o transcendental com o visceral. Um sentimento que me faz pensar em todas as outras vezes que aconteceu de gozarmos lentamente, do tipo em câmera lenta, como se estivéssemos vendo o orgasmo se aproximando e nos atingindo. Cara, que delícia!
Eu falo “AUUU” sentindo essa bunda escultural encostando na minha cintura enquanto te posiciono de quatro, te bato, te maltrato, te encanto, te esculacho positivamente. A imagem que me deixa boquiaberto com tamanha perfeição. A boceta suave, lubrificada, você virando o pescoço para trás, querendo ver minhas ações… Tão bela! Cuido tão bem de você que antes de penetrar cuspo nos dedos de uma mão e passo nela; te olhando, a outra mão passeando pela bunda, lateral, a massagem calma, um tapa de repente, joga o cabelo para o outro lado, morde o lábio inferior, penetro o polegar nela para medir a temperatura, os outros quatro dedos se divertem pela grandeza, aumentando a intensidade, mais que uma naturalidade, já é automático.
Eu falo “AUUU” quando ouço a melodia excelsa da gemida que me trepida inteiro, tanto por dentro quanto por fora. Ainda não me acostumei tão, tão perfeitamente com essa magnitude que você abrange. Seu corpo é tão perfeito quanto uma pirâmide feita com a ajuda dos Aliens. Oh, babe, tudo fica uma maravilha quando toca esse som melódico nos meus ouvidos… Eles vivem agradecendo pela sua existência. Você me introduz uma profunda glória de satisfação.
Eu falo “AUUU” ao me sentir trêmulo. O que é isso? Tesão? Obsessão? Gratidão? Honra? É anormal! A diferença entre você e as outras é que elas são as mesmas, enquanto você nos engrandece com tanta exuberância por esses detalhes corporais incomparáveis. Seios que me obrigam a abocanhá-los, mamá-los como você faz com meu pau, mordendo o mamilo como se fosse chiclete, salivando assaz, olhos fechados para sentir bem o gosto, latejando por inteiro, te fazendo me afastar para agir sobre mim.
Eu falo “AUUU” cada vez que chupa o pau com o olhar fixado para mim e uma mão massageando as bolas. Não sei se fecho os olhos ou se fico te olhando, apreciando o show com essa boca macia que indubitavelmente é apelação. Eu não te trocaria por nicles nessa vida. Por isso que minha autoestima está acima das nuvens, incomensurável como esse vício que sinto por você. Eu poderia te comparar com uma belíssima stripper que ganha a vida na boate Follies, rebolando e fazendo loucuras para fazer os clientes gozarem facilmente. Porém você me toca, e gostoso, sobe e desce a mão sutil no pau que te satisfaz, assim me faz gemer baixo, contrair a barriga, tremer levemente só de sentir seu poder de morder a cabeça dele, rosa como sua belíssima boceta.
Eu falo “AUUU” te vendo mudar de posição, me jogando na cama, vindo por cima, alisando o pau, logo pegando, batendo o mesmo na boceta, roçando a cabeça no clitóris, passando entre os pequenos lábios, em seguida se empinando toda, vindo até mim, dando um beijo na boca, mordendo os lábios, logo lambe o queixo, volta, encaixa no local certo, começa a quicar daquele jeitão, rebolando com ele dentro, fornecendo o melhor calor vaginal, com a lubrificação excepcional de uma boceta fascinante; faz o pau de brinquedo, bagunça legal, levo as mãos à cabeça, desacreditando do acontecimento, inevitavelmente engolindo saliva. Me canso de ser dominado, levo as mãos à bunda, bato com as duas, com essa cavalgada que me faz caber menos em mim, ouvindo a conversa do pau com a boceta, eles se entendem super bem, velhos amigos. Os seios saltam como se fosse eu pulando de pára-quedas caindo já gozando nesse corpo com uma beldade surreal, exaltam sua linda significância, instigam lindamente; eu olho para você, quicando mais rápido, bato com uma mão, subo pela lateral do corpo, te alisando, indo até os seios, massageio um pouco, desço arranhando levemente, apertando a cintura, na vicissitude do ato, me sento, continuamos a delirar, te abraço, corpos colados, nossa gemida entra em conflito, o mundo é nosso; vou preparando meu psicológico para não gozar, encosto a cabeça entre os seios, fico lambendo um deles somente pela lateral, sentindo a formosura, usufruindo do seu gosto, cheiro e voluptuosidade. Nós não cabemos em nós.
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2020.10.24 01:10 mentalorgasmo NESSA SUA BUNDA EU ME PERCO

Me entorpeço dela. Deito meu rosto sobre e faço dessa formosura o meu travesseiro – o mais confortável desse universo. Realizo o melhor carinho, te deixo louca de prazer. Sou abusado, e adoro me perder também com a língua devorando essa xota rosadinha, lisinha e safada (ela é tudo para mim). Você adora sentir o calor dela. Vai no céu e volta toda vez que chupo fazendo barulho (do tipo prendendo e soltando), onde desliza e passa um calor que você é fascinada.
Viajo pelo seu corpo como se eu estivesse vivenciando um grande sonho. A coisa sempre esquenta e a gente se deleita gostoso. Você rebola na minha língua e se esfrega na minha cara. Revira os olhos conforme sente as linguadas. Geme alto. Se solta. Aperta os seios. Chama meu nome. Mela minha boca. Eu chupo com gosto. Você me hipnotiza. Eu me acabo nessa sua bunda fascinante.
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2020.10.24 00:25 mentalorgasmo MANHÃ GLORIOSA

Eu fico alucinado quando você acorda primeiro e fica se esfregando em mim, lentamente, bem gostoso. Impressionado – porque toda vez é uma delícia –, logo me desperto e me sinto acima das nuvens ao senti-la pelada, livre para eu navegar nesse corpo monumental. Sua magia invade minha mente. Você me hipnotiza.
Você sabe enfeitiçar minha mente. Você de lado é fenomenal. De quatro, dobra sua capacidade de ser gostosa. Não dá vontade de fazer nada além de ficar admirando, acariciando esse rabo inexprimível. Às vezes me deito sobre essa grandeza e me perco enquanto vou passando a mão. Desviando pela “Perseguida”, explorando os mínimos detalhes dela. Penetrando um dedo, cuja está tão escorregadia que me faz salivar quando sinto. No fundo da minha alma sinto seu clitóris latejando. Massageio-o com total entusiasmo. Você rebola na minha mão. Aperta os seios. Me chama de safado. Vibra com meus toques no seu corpo porque sabe o quanto a gente se entende. Se joga para mim, se entrega sem limites. Se liberta mais e mais conforme passeio com meus dedos sobre essa boceta babada. Faço carinho no cuzinho. Estamos numa sessão fantástica. Amor e sacanagem nos consome.
Confesso que estou impressionado com o jeito que você resolveu acordar e tomar de quatro, cedo, sem mais nem menos. Pediu para eu te botar e eu não neguei fogo. Avancei, fiquei passando a cabeça melada do meu pau que pulsava demasiadamente nessa bocetinha super suave e impecável. Você gemia sem limite, apaixonada. Me implorava para socar tudo que eu pudesse dentro de você. Queria mesmo que eu entrasse em você. Delirasse com tamanha maravilha que és. E eu faço, penetro com gosto. Te levo nas alturas e fico com você, acariciando sua cintura e te puxando para mim ao mesmo tempo, penetrando e admirando (encantado com tanta impecabilidade).
– Que delícia ser fodida por você logo cedo – ela me diz, empinada e virando a cabeça para trás, me olhando e mordendo o lábio inferior.
– Que delícia poder te satisfazer logo cedo – respondo em tom risível.
Foder na pele é mágico. É magnífica a honra que eu sinto, o privilégio de poder sentir a temperatura dessa boceta que engole meu instrumento. Ele se perde dentro de você. Gosta muito. Se deleita. Entra e sai com muita fome e sede. Desliza impecavelmente. Eles se dão bem. Se conhecem muito. Para melhorar, você encosta apenas o rosto no travesseiro, se empina mais e com as mãos nesse traseiro delicioso se abre, e me sinto na obrigação de cuspir lentamente no cuzinho que pisca e chama meu nome enquanto a gente inicia o dia fodendo gostoso na pele, reinando como sempre.
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